Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos. Um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. É tudo uma perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que os nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles a sua raiva, o seu orgulho, o seu asco, a sua adoração ou o seu desprezo. O que não o faz mover um músculo, o que não o faz estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia. — Martha Medeiros
“Vei pega aquela parada ali pra mim.” “Onde?” “Ali em cima do bagulho.” “Que bagulho cara?” “Ali porra do lado da parada, perto do negocio.” “Onde mano?” “PORRA TAMBÉM NÃO ACHA NADA, TOMA NO CU”
“Gosto de quem presta atenção em mim. De quem procura novidade mesmo me conhecendo do avesso. De quem não desiste de me descobrir. De quem não se cansa da rotina. De quem se entrega. Sempre.”
“Eu não ligava para muitas coisas. Eu nunca ligo. Ou eu amo ou eu desconheço. Você pode fazer uma festa na minha frente, mas se não morar no meu coração, eu não vou enxergar.”